Dr. Felipe Magalhães - CRM-BA 12377
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

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Otoplastia

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OTOPLASTIA

A otoplastia ou cirurgia das orelhas é indicada para pacientes com a chamada “orelha de abano”. Geralmente é realizada ainda quando criança por volta dos 5 anos, mas, os adultos também podem ser operados.

Utilizam-se incisões que ficam camufladas na região posterior das orelhas.

O PRÉ-OPERATÓRIO

Nos preparativos para a cirurgia são solicitados exames de laboratório, eletrocardiograma e raios-X de tórax.

A paciente passará pela consulta com o anestesiologista, que fará a avaliação clínica pré-cirúrgica. Nesse momento são esclarecidas todas as dúvidas sobre a anestesia; não se pode omitir nenhuma medicação que esteja tomando ou alergias; os fumantes deverão suspender esse costume 20 dias antes da cirurgia e manter suspenso por mais 20 dias. Em alguns casos, quando o paciente for adulto, poderá ser feita com anestesia local.

Depois retornará ao cirurgião plástico para serem realizadas fotografias, ocasião onde será entregue o termo de consentimento informado.

O TRANS-OPERATÓRIO

No dia da cirurgia, a paciente se internará por volta das 06h30min, em jejum de 12 h. A cirurgia é realizada num tempo que varia de 2 a 3 h. Retornando ao quarto após liberada pelo anestesista, e terá provável alta no mesmo dia. Irá para casa com um curativo em forma de capacete, que será retirado após dois dias.

O PÓS-OPERATÓRIO

O paciente deverá levar para o 1º curativo uma faixa tipo de tenista ou bailarina, que será usada por pelo menos 1 mês. Deverá evitar esforços no 1º mês. No 2º mês, o cirurgião irá avaliar o que poderá ser liberado, e até noventa dias poderá voltar gradativamente ao nível de esforços do pré-operatório, observando-se as particularidades de cada paciente.

Os curativos serão semanais, ou quando marcado pelo cirurgião. Atenção também se dará em relação à exposição solar, que deverá ser evitada até pelo menos 6 meses.

Essa cronologia é esperada para a maioria das pacientes. Particularidades de cada organismo, doenças, raça, alimentação, repouso, etc., podem alterar o modo de cicatrização de qualquer cirurgia.